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11 de setembro de 2008

Os 300 de Esparta

Os 300 de Esparta








A Grécia está para ser invadida pelas poderosas tropas persas de Xerxes e, além de um exército gigantesco, ele vem com muito ouro para subornar os políticos de Esparta. Contudo, o rei Leônidas, um guerreiro nato, não se submeterá à dominação e, mesmo que os políticos corrompidos não lhe deêm um exército, ele pessoalmente enfrentará Xerxes ao lado de 300 valentes guerreiros.

Toda adaptação de quadrinhos deixa aqueles que leram o trabalho original e, principalmente, aqueles que são grandes fãs do material com uma grande expectativa de como aquilo será transposto para a telona. No caso de 300 a tensão seria gigantesca, porque causa do grande trabalho visual de Frank Miller. Contudo, depois de Sin City, a maioria dos fãs viu que o cinema já estava preparado para transformar um desenho muito diferenciado em realidade.

No caso de 300 existe um diferencial que é o trabalho de cores. Em Sin City, temos algumas poucas cores que se aplicam no preto-e-branco para destacar e criar uma idéia sobre certos elementos. Já em 300 existe todo um grande trabalho de Lyn Varley que intensifica cada cena. Principalmente os tons de vermelho, tanto do sangue quanto das capas dos soldados espartanos.

É importante notar que, aparentemente, adaptar um visual colorido seria mais fácil, uma vez que o mundo é naturalmente colorido e ao contrário de Sin City, que teve que ser feito em p&b e depois acrescido de cores. Contudo, quem leu o álbum, sabe que as cores não são trabalhadas de uma forma realista, assim como o desenho é estilizado, as cores são estilizadas e feitas de forma a completar todo um visual impactante.

Toda essa introdução é para dizer que o visual do filme é realmente excelente. Algumas pessoas chegaram a dizer que os efeitos são exagerados e que podem dar a aparência de um video-game, contudo, o visual é feito de forma a levar para a tela as cenas da forma que foram concebidas por Miller. Se você já leu a HQ, faça a seguinte experiência, veja todas as páginas antes de ir ao cinema. Não é necessário ler, mas veja bem todas as imagens. Em vários momentos é paupável como foi feita uma reprodução visual fidedigna tanto do desenho, quanto das cores.

O próprio Leônidas tem um rosto um tanto anguloso, bem ao estilo de Miller. Um exemplo interessante é a cena em que ele está subindo o monte para falar com os Éforos. A forma como ele flexiona o corpo e salta, não parece natural, mas é um movimento tão clássico no trabalho de Frank Miller que faz todo o sentido estar ali.

Ao mesmo tempo que o visual foi adaptado de forma exuberante e, em si, vale o filme todo, o roteiro teve alguns problemas. Aparentemente o roteirista não ficou contente com a idéia de ter uma história pronta para o filme e, apesar de alguns momentos serem uma transcrição literal do texto original, temos uma sub-trama inteira que foi inserida no meio do filme e, infelizmente, ela é totalmente desnecessária e excedente.

Provavelmente algum executivo quando olhou a revista achou que um filme com tantos personagens masculinos e praticamente nenhuma mulher poderia passar a idéia de um filme para homossexuais, principalmente se considerarmos que os gregos da antigüidade já tinham essa fama. Para evitar que ficasse qualquer dúvida, por menor que fosse, sobre esse aspecto, inseriram a mulher do rei Leônidas como centro dessa sub-trama sobre a corrupção no conselho de Esparta.

Até aí não é lá um grande problema. A questão é que resolveram reforçar bem que era um filme de homem heteros e machos, a ponto de inserirem uma cena de sexo que só pode ser comparada com os filmes pornôs chamados de "soft" com seu sexo simulado onde apenas a mulher nua se destaca.

De qualquer forma, apesar dessa trama ser totalmente desnecessária e excessiva - principalmente o desenrolar dela que desemboca em uma nova questão de desejo sexual do conspirador no Conselho de Esparta pela Rainha que o repugna - quando a guerra começa e vemos uma história de honra e determinação, acabamos esquecendo tudo isso e o filme se mostra muito divertido.

Caso você queira saber como está a performance de Rodrigo Santoro no papel de Xerxes... bem, ele não teve lá muito o que fazer. Praticamente só fica parado em seu trono, fazendo pose de dono do mundo. Suas falas foram alteradas digitalmente, segundo a produção para deixá-lo com uma voz mais imponente. Contudo, a única diferença que realmente faz é o fato de que não lembra em nada com a voz original do ator.


Download do Filme:

Parte 1


Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5







Revista em quadrinho saga completa, as 5 edições:




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22 de agosto de 2008

300 de Esparta

Os 300 de Esparta








A Grécia está para ser invadida pelas poderosas tropas persas de Xerxes e, além de um exército gigantesco, ele vem com muito ouro para subornar os políticos de Esparta. Contudo, o rei Leônidas, um guerreiro nato, não se submeterá à dominação e, mesmo que os políticos corrompidos não lhe deêm um exército, ele pessoalmente enfrentará Xerxes ao lado de 300 valentes guerreiros.

Toda adaptação de quadrinhos deixa aqueles que leram o trabalho original e, principalmente, aqueles que são grandes fãs do material com uma grande expectativa de como aquilo será transposto para a telona. No caso de 300 a tensão seria gigantesca, porque causa do grande trabalho visual de Frank Miller. Contudo, depois de Sin City, a maioria dos fãs viu que o cinema já estava preparado para transformar um desenho muito diferenciado em realidade.

No caso de 300 existe um diferencial que é o trabalho de cores. Em Sin City, temos algumas poucas cores que se aplicam no preto-e-branco para destacar e criar uma idéia sobre certos elementos. Já em 300 existe todo um grande trabalho de Lyn Varley que intensifica cada cena. Principalmente os tons de vermelho, tanto do sangue quanto das capas dos soldados espartanos.

É importante notar que, aparentemente, adaptar um visual colorido seria mais fácil, uma vez que o mundo é naturalmente colorido e ao contrário de Sin City, que teve que ser feito em p&b e depois acrescido de cores. Contudo, quem leu o álbum, sabe que as cores não são trabalhadas de uma forma realista, assim como o desenho é estilizado, as cores são estilizadas e feitas de forma a completar todo um visual impactante.

Toda essa introdução é para dizer que o visual do filme é realmente excelente. Algumas pessoas chegaram a dizer que os efeitos são exagerados e que podem dar a aparência de um video-game, contudo, o visual é feito de forma a levar para a tela as cenas da forma que foram concebidas por Miller. Se você já leu a HQ, faça a seguinte experiência, veja todas as páginas antes de ir ao cinema. Não é necessário ler, mas veja bem todas as imagens. Em vários momentos é paupável como foi feita uma reprodução visual fidedigna tanto do desenho, quanto das cores.

O próprio Leônidas tem um rosto um tanto anguloso, bem ao estilo de Miller. Um exemplo interessante é a cena em que ele está subindo o monte para falar com os Éforos. A forma como ele flexiona o corpo e salta, não parece natural, mas é um movimento tão clássico no trabalho de Frank Miller que faz todo o sentido estar ali.

Ao mesmo tempo que o visual foi adaptado de forma exuberante e, em si, vale o filme todo, o roteiro teve alguns problemas. Aparentemente o roteirista não ficou contente com a idéia de ter uma história pronta para o filme e, apesar de alguns momentos serem uma transcrição literal do texto original, temos uma sub-trama inteira que foi inserida no meio do filme e, infelizmente, ela é totalmente desnecessária e excedente.

Provavelmente algum executivo quando olhou a revista achou que um filme com tantos personagens masculinos e praticamente nenhuma mulher poderia passar a idéia de um filme para homossexuais, principalmente se considerarmos que os gregos da antigüidade já tinham essa fama. Para evitar que ficasse qualquer dúvida, por menor que fosse, sobre esse aspecto, inseriram a mulher do rei Leônidas como centro dessa sub-trama sobre a corrupção no conselho de Esparta.

Até aí não é lá um grande problema. A questão é que resolveram reforçar bem que era um filme de homem heteros e machos, a ponto de inserirem uma cena de sexo que só pode ser comparada com os filmes pornôs chamados de "soft" com seu sexo simulado onde apenas a mulher nua se destaca.

De qualquer forma, apesar dessa trama ser totalmente desnecessária e excessiva - principalmente o desenrolar dela que desemboca em uma nova questão de desejo sexual do conspirador no Conselho de Esparta pela Rainha que o repugna - quando a guerra começa e vemos uma história de honra e determinação, acabamos esquecendo tudo isso e o filme se mostra muito divertido.

Caso você queira saber como está a performance de Rodrigo Santoro no papel de Xerxes... bem, ele não teve lá muito o que fazer. Praticamente só fica parado em seu trono, fazendo pose de dono do mundo. Suas falas foram alteradas digitalmente, segundo a produção para deixá-lo com uma voz mais imponente. Contudo, a única diferença que realmente faz é o fato de que não lembra em nada com a voz original do ator.


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18 de junho de 2008

Khaled Hosseini - O Caçador de Pipas

Livro - Khaled Hosseini - O Caçador de Pipas

Sinopse

O caçador de pipas conta a história de Amir, um afegão há muito imigrado para os Estados Unidos, que se vê obrigado a acertar as contas com o passado e retorna a seu país de origem. O ponto de partida do livro é a infância do protagonista, quando Cabul ainda não era a capital do país que foi invadido pela União Soviética, dominado pelos talibãs e subjugado pelos Estados Unidos.




Filme - Kite Runner



Baseado em um dos romances mais aclamados da atualidade, “O Caçador de Pipas” é uma história profundamente emocionante de amizade, família, erros devastadores e amor redimido. Em um país dividido e à beira da guerra, dois amigos de infância, Amir e Hassan, estão prestes a se separarem para sempre. É uma gloriosa tarde em Kabul e os céus explodem com a alegria contagiante de um torneio de pipas. Mas, depois da vitória daquele dia, um terrível ato de traição de um menino irá marcar suas vidas para sempre e dar início a uma busca épica pela redenção. Agora, depois de viver nos Estados Unidos durante 20 anos, Amir volta para um perigoso Afeganistão, sob o governo mão-de-ferro do Talibã, para enfrentar os segredos que ainda o assombram e aproveitar a única e última ousada chance que tem para consertar as coisas. O diretor nomeado para o Globo de Ouro, Marc Forster (”Mais Estranho Que a Ficção” e “Em Busca da Terra do Nunca”) dá vida ao best-seller de Khaled Hosseini com um elenco e uma equipe global diversificada, misturando um grupo notável de não atores do Afeganistão e da Ásia Central com um experiente elenco internacional. O resultado é uma viagem para um mundo novo ? através de uma história humana universal que sensibiliza qualquer pessoa que alguma vez já desejou ter uma segunda chance para realizar uma mudança e obter o perdão.

Tamanho: 415 Mb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Formato: Rmvb


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25 de março de 2008

Gattaca - Experiência Genética (Gattaca) 1997





Sinopse

Num futuro no qual os seres humanos são criados geneticamente em laboratórios, as pessoas concebidas biologicamente são consideradas "inválidas". Vincent Freeman (Ethan Hawke), um "inválido", consegue um lugar de destaque em corporação, escondendo sua verdadeira origem. Mas um misterioso caso de assassinato pode expôr seu passado.
Com Ethan Hawke, Uma Thurman e Jude Law. Recebeu uma indicação ao Oscar.

Elenco
Ethan Hawke (Vincent Freeman / Jerome Morrow)
Uma Thurman (Irene Cassini)
Jude Law (Jerome)
Gore Vidal (Diretor Josef)
Xander Berkeley (Lamar)
Jayne Brook (Marie)
Elias Koteas (Antonio)
Maya Rudolph (Enfermeira)
Una Damon (Enfermeira-chefe)
Blair Underwood (Geneticista)
Ernest Borgnine (Caesar)
Alan Arkin (Detetive Hugo)
Tony Shalhoub

Ficha Ténica
Título Original: Gattaca
Gênero: Ficção Científica
Tempo de Duração: 112 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1997
Site Oficial: www.spe.sony.com/Pictures/SonyMovies/Gattaca
Estúdio: Columbia Pictures Corporation / Jersey Films
Distribuição: Columbia Pictures / Sony Entertainment Pictures
Direção: Andrew Niccol
Roteiro: Andrew Niccol
Produção: Danny DeVito, Michael Shamberg e Stacey Sher
Música: Michael Nyman
Direção de Fotografia: Slavomir Idziak
Desenho de Produção: Jan Roelfs
Direção de Arte: Sarah Knowles
Figurino: Colleen Atwood
Edição: Lisa Zeno Churgin
Efeitos Especiais: Cinesite Hollywood / 3dsite

Tamanho do Arquivo:332Mb
Qtde de Mídias: 1
Legenda: Português(Brasil)


Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4


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14 de março de 2008

300 de Esparta

Os 300 de Esparta








A Grécia está para ser invadida pelas poderosas tropas persas de Xerxes e, além de um exército gigantesco, ele vem com muito ouro para subornar os políticos de Esparta. Contudo, o rei Leônidas, um guerreiro nato, não se submeterá à dominação e, mesmo que os políticos corrompidos não lhe deêm um exército, ele pessoalmente enfrentará Xerxes ao lado de 300 valentes guerreiros.

Toda adaptação de quadrinhos deixa aqueles que leram o trabalho original e, principalmente, aqueles que são grandes fãs do material com uma grande expectativa de como aquilo será transposto para a telona. No caso de 300 a tensão seria gigantesca, porque causa do grande trabalho visual de Frank Miller. Contudo, depois de Sin City, a maioria dos fãs viu que o cinema já estava preparado para transformar um desenho muito diferenciado em realidade.

No caso de 300 existe um diferencial que é o trabalho de cores. Em Sin City, temos algumas poucas cores que se aplicam no preto-e-branco para destacar e criar uma idéia sobre certos elementos. Já em 300 existe todo um grande trabalho de Lyn Varley que intensifica cada cena. Principalmente os tons de vermelho, tanto do sangue quanto das capas dos soldados espartanos.

É importante notar que, aparentemente, adaptar um visual colorido seria mais fácil, uma vez que o mundo é naturalmente colorido e ao contrário de Sin City, que teve que ser feito em p&b e depois acrescido de cores. Contudo, quem leu o álbum, sabe que as cores não são trabalhadas de uma forma realista, assim como o desenho é estilizado, as cores são estilizadas e feitas de forma a completar todo um visual impactante.

Toda essa introdução é para dizer que o visual do filme é realmente excelente. Algumas pessoas chegaram a dizer que os efeitos são exagerados e que podem dar a aparência de um video-game, contudo, o visual é feito de forma a levar para a tela as cenas da forma que foram concebidas por Miller. Se você já leu a HQ, faça a seguinte experiência, veja todas as páginas antes de ir ao cinema. Não é necessário ler, mas veja bem todas as imagens. Em vários momentos é paupável como foi feita uma reprodução visual fidedigna tanto do desenho, quanto das cores.

O próprio Leônidas tem um rosto um tanto anguloso, bem ao estilo de Miller. Um exemplo interessante é a cena em que ele está subindo o monte para falar com os Éforos. A forma como ele flexiona o corpo e salta, não parece natural, mas é um movimento tão clássico no trabalho de Frank Miller que faz todo o sentido estar ali.

Ao mesmo tempo que o visual foi adaptado de forma exuberante e, em si, vale o filme todo, o roteiro teve alguns problemas. Aparentemente o roteirista não ficou contente com a idéia de ter uma história pronta para o filme e, apesar de alguns momentos serem uma transcrição literal do texto original, temos uma sub-trama inteira que foi inserida no meio do filme e, infelizmente, ela é totalmente desnecessária e excedente.

Provavelmente algum executivo quando olhou a revista achou que um filme com tantos personagens masculinos e praticamente nenhuma mulher poderia passar a idéia de um filme para homossexuais, principalmente se considerarmos que os gregos da antigüidade já tinham essa fama. Para evitar que ficasse qualquer dúvida, por menor que fosse, sobre esse aspecto, inseriram a mulher do rei Leônidas como centro dessa sub-trama sobre a corrupção no conselho de Esparta.

Até aí não é lá um grande problema. A questão é que resolveram reforçar bem que era um filme de homem heteros e machos, a ponto de inserirem uma cena de sexo que só pode ser comparada com os filmes pornôs chamados de "soft" com seu sexo simulado onde apenas a mulher nua se destaca.

De qualquer forma, apesar dessa trama ser totalmente desnecessária e excessiva - principalmente o desenrolar dela que desemboca em uma nova questão de desejo sexual do conspirador no Conselho de Esparta pela Rainha que o repugna - quando a guerra começa e vemos uma história de honra e determinação, acabamos esquecendo tudo isso e o filme se mostra muito divertido.

Caso você queira saber como está a performance de Rodrigo Santoro no papel de Xerxes... bem, ele não teve lá muito o que fazer. Praticamente só fica parado em seu trono, fazendo pose de dono do mundo. Suas falas foram alteradas digitalmente, segundo a produção para deixá-lo com uma voz mais imponente. Contudo, a única diferença que realmente faz é o fato de que não lembra em nada com a voz original do ator.


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Parte 2

Parte 3

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Parte 5

Parte 6

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58mb





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8 de março de 2008

Olavo Bilac


Delírio
Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!
Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.
Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em grito:
Mais abaixo, meu bem! ? num frenesi.
No seu ventre pousei a minha boca,
Mais abaixo, meu bem! ? disse ela, louca,
Moralistas, perdoai! Obedeci…


Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac nasceu a 16 de dezembro de 1865, no Rio de Janeiro. Faleceu em 28 de dezembro de 1918, na mesma cidade. Fez o Curso de Humanidades no Colégio do Padre Belmonte. Cursou a contra-gosto a Faculdade de Medicina, que abandonou no 5º ano, para matricular-se na Faculdade de Direito de São Paulo, onde esteve somente um ano.

Foi jornalista, poeta, crítico, orador, ocupando ainda o honroso cargo de secretário do Congresso Pan-Americano, em Buenos Aires. Durante toda sua vida foi um boêmio inveterado, não se responsabilizando de forma alguma pelos encargos fixos que conseguia.

Como poeta é que se notabilizou pois, filiando-se à Escola Parnasiana que então começava a se esboçar, soube se tornar um de seus principais expoentes, dada a impecabilidade da forma de seus versos, aliada à "efusiva comoção da sensualidade tropical" (Afrânio Peixoto).

Versejou por necessidade de alma e espírito, saindo suas composições literárias expontaneamente de sua pena. Todos os críticos são acordes de que Bilac é o verdadeiro poeta da raça, e dele, disse Saul de Navarro : " - A graça sensual de um satírico, cantando na selva lírica de nossa alma de gigante adolescente. Pássaro do idioma. Gorgeio da raça. Príncipe dos Poetas".

Além de poesias, escreveu cantos, crônicas e críticas para revistas e jornais. Foi, ainda, professor, tendo lecionado por algum tempo no Pedagogium, do Distrito Federal. Consagrou os últimos anos da vida à propaganda do serviço militar obrigatório, realizando uma série de conferências em várias capitais do país. Quando a morte se aproximava, exclamou agonizante :

"- Amanhece... Vou escrever ! "


Um beijo

Foste o beijo melhor da minha vida,
ou talvez o pior...Glória e tormento,
contigo à luz subi do firmamento,

contigo fui pela infernal descida!

Morreste, e o meu desejo não te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.

Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
batismo e extrema-unção, naquele instante
por que, feliz, eu não morri contigo?


Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto,
beijo divino! e anseio delirante,
na perpétua saudade de um minuto....

Livros:
Contos Para Velhos


Via Láctea

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Site com Poesias de Olavo Bilac
Mais um site com as Poesias de Olavo Bilac
Algumas Poesias de Olavo Bilac





Brasília 18% 2006 DVDRip

Sinopse

Olavo Bilac (Carlos Alberto Riccelli) é um renomado médico legista, que trabalha em Los Angeles. Bilac é convidado pelo Instituto Médico Legal de Brasília a dar seu parecer na perícia de identificação de uma ossada, que supostamente pertence à jovem economista Eugênia Câmara (Karine Carvalho), desaparecida há meses. A decisão de Bilac é cercada de expectativa, já que se for constatado que a ossada é de Eugênia isto significa que ela foi morta por seu namorado, o cineasta Augusto dos Anjos (Michel Melamed), que foi a última pessoa a vê-la antes de seu desaparecimento. Entretanto há interesses para que Augusto permaneça na cadeia, devido a acusações por ele feitas a políticos. É quando, em meio às pesquisas através de fotos, vídeos e de comentários contraditórios, Bilac termina se apaixonando por Eugênia.

Download via torrent:

Elenco...


Carlos Alberto Riccelli (Olavo Bilac)
Malu Mader (Georgesand Romero)
Othon Bastos (Martins Fontes)
Carlos Vereza (Senador Sílvio Romero)
Nildo Parente (Gonçalves Dias)
Otávio Augusto (João do Rio)
Bete Mendes (Francisca Gonzaga)
Karine Carvalho (Eugênia Câmara)
Mônica Keiko (Marília Dedirceu)
Michel Melamed (Augusto dos Anjos)
Herbert Bijnr (Raimundo de Oliveira)
Laura Lustosa (Maria Bilac)
Bruna Lombardi (Laura)
Déo Garcez (Tobias Barreto)
Ada Chaseliov (Cacilda Becker)
Camilo Bevilaqua (Rui Barbosa)
Isabella Cerqueira (Madame Dias)
Ney Sant'anna (Gregório de Matos)
Ilya São Paulo (Lima Barreto)
Tonico Pereira (Emílio de Menezes)
Anselmo Vasconcelos (Coelho Neto)
Evandro Mesquita (Paula Ney)
Ludy Montesclaros (Machado de Assis)
Arnaldo Marques (Senador Joaquim Manuel de Macedo)


Ficha Ténica

Título Original: Brasília 18%
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 102 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2006
Site Oficial: www.brasilia18.com.br
Estúdio: Regina Filmes / Videofilmes / Columbia TriStar Filmes do Brasil
Distribuição: Columbia TriStar Filmes do Brasil
Direção: Nélson Pereira dos Santos
Roteiro: Nélson Pereira dos Santos
Produção: Márcia Pereira dos Santos e Maurício Andrade Ramos
Música: Paulo Jobim
Fotografia: Edgar Moura
Desenho de Produção: Diogo Dahl
Direção de Arte: Arturo Uranga
Figurino: Beth Filipecki e Renaldo Machado
Edição: Alexandre Saggese


Biografia
Um dos mais notáveis poetas brasileiros, prosador exímio e orador primoroso, nasceu e morreu no Rio de Janeiro, respectivamente, em 1865 e 1918. Aluno da Faculdade de Medicina até o quinto ano, depois de brilhante concurso que ali fez para interno, e apesar do auspicioso futuro que todos lhe auguravam, desistiu do curso médico para tentar o de direito em São Paulo. Atraído, porém, pela vida fluminense, voltou ao Rio estreando, com grande êxito, na imprensa literária.

A irradiação do seu nome foi rápida, e fulgurou com a publicação de Poesias (incluindo Panóplias, Via Láctea e Sarças de Fogo - 1888). Foi um dos mais ardorosos propagandistas da abolição, ligando-se estreitamente a José do Patrocínio. Em 1900 partiu para a Europa como correspondente da publicação Cidade do Rio. Daí em diante, raro era o ano em que não visitava Paris.

Exerceu vários cargos públicos no estado do Rio de Janeiro e na antiga Guanabara, tendo sido inspetor escolar, secretário do Congresso Panamericano e fundador da Agência Americana. Foi um dos fundadores da Liga da Defesa Nacional (da qual foi secretário geral), tendo lutado pelo serviço militar obrigatório, que considerava uma forma de combate ao analfabetismo. Conferencista de platéias elegantes, sua obra tornou-se leitura obrigatória, sendo declamado nos círculos literários.

Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, na cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias.

Considerado o maior nome parnasiano brasileiro, foi bastante influenciado pelos poetas franceses. Suas poesias revelam uma grande emoção, nada típica dos parnasianos, um certo erotismo e influência marcante da poesia portuguesa dos séculos XVI e XVII. A correção da linguagem, o rigor da forma e a espontaneidade são as principais características de seus versos.

Além de Poesias também publicou Crônicas e Novelas, Conferências Literárias, Ironia e Piedade, Bocage, Crítica e Fantasia, e, em colaboração, Contos Pátrios (infantil), Livro de Leitura, Livro de Composição, Através do Brasil (os últimos três, pedagógicos), Teatro Infantil, Terra Fluminense, Pátria Brasileira, Tratado de Versificação, A Defesa Nacional (coleção de discursos), Últimas Conferências e Discursos, Dicionário Analógico (inédito) e Tarde (póstuma, coleção de 99 sonetos).

Seu volume de Poesias Infantis, encomendado pela Livraria Francisco Alves, é uma coleção de 58 poemas metrificados falando sobre a natureza e a virtude. Segundo suas próprias palavras, "era preciso achar assuntos simples, humanos, naturais, que, fugindo da banalidade, não fossem também fatigar o cérebro do pequenino leitor, exigindo dele uma reflexão demorada e profunda".

É autor do Hino à Bandeira Nacional.

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4 de março de 2008

Macunaima

Macunaima




Macunaíma é um herói preguiçoso, safado e sem nenhum caráter. Ele nasceu na selva e de preto, virou branco. Depois de adulto, deixa o sertão em companhia dos irmãos. Macunaíma vive várias aventuras na cidade, conhecendo e amando guerrilheiras e prostitutas, enfrentando vilões milionários, policiais, personagens de todos os matizes. Depois dessa longa e tumultuada aventura urbana, ele volta à selva, onde desaparecerá como viveu - antropofagicamente.

Ficha Técnica

Título Original: Macunaíma
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 108 min.
Ano de Lançamento (Brasil): 1969
Distribuição: Difilm
Direção: Joaquim Pedro de Andrade
Roteiro: Joaquim Pedro de Andrade
Produção: Filmes do Serro, Grupo Filmes, Condor Filmes
Música: Jards Macalé, Orestes Barbosa,
Silvio Caldas e Heitor Villa-Lobos
Fotografia: Guido Cosulich e Affonso Beato
Figurino: Anísio Medeiros
Edição: Eduardo Escorel

Elenco

Grande Otelo

Paulo José

Dina Sfat

Milton Gonçalves

Jardel Filho

Rodolfo Arena

Joana Fomm

Maria do Rosário

Hugo Carvana

Wilza Carla

Zezé Macedo

Maria Lúcia Dahl

Myriam Muniz


Filme via torrent:




Livro :
Macunaima - Mario de Andrade (doc)


Resumo do Livro
Mario de Andrade - Vida e obra

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Sociedade dos Poetas Mortos (Dead Poets Society)

Sociedade dos Poetas Mortos (Dead Poets Society)



Sinopse

Em 1959 na Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, um ex-aluno (Robin Williams) se torna o novo professor de literatura, mas logo seus métodos de incentivar os alunos a pensarem por si mesmos cria um choque com a ortodoxa direção do colégio, principalmente quando ele fala aos seus alunos sobre a "Sociedade dos Poetas Mortos".

Informações Técnicas
Título no Brasil: Sociedade dos Poetas Mortos
Título Original: Dead Poets Society
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 129 minutos
Ano de Lançamento: 1989
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção: Peter Weir


Elenco
Robin Williams ....
John Keating
Robert Sean Leonard .... Neil Perry
Ethan Hawke .... Todd Anderson
Josh Charles .... Knox Overstreet
Gale Hansen .... Charles Dalton
Dylan Kussman .... Richard Cameron
Allelon Ruggiero .... Steven Meeks

Kurtwood Smith .... Sr. Perry
James Waterston .... Gerald Pitts
Norman Lloyd .... Sr. Nolan
Carla Belver .... Sra. Perry
Leon Pownall .... McAllister
George Martin ....
Dr. Hager
Joe Aufiery .... Professor de Química
Lara Flynn Boyle .... Ginny Danburry

Tamanho do Arquivo: 700 MB
Qualidade do Vídeo: DVDRip
Idioma do Audio: Inglês

Download via torrent:

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